sábado, 28 de dezembro de 2024

Escritora Edna Domenica em retrospectiva 2024

     

Eventos

1- Lançamento do livro O setênio , em 12/07/2024, na FECESC à

Av. Mauro Ramos, 1624. Centro Norte, Florianópolis, SC.

2- Sessão de autógrafos do livro O setênio,  em 20/07/2024, na livraria Desterrados (Rua Tiradentes. Centro. Florianópolis, SC).

3- Roda de Conversa sobre Produções do período 2017-2023 na livraria Latinas (Rua Padre Lourenço Rodrigues de Andrade, 650. Santo Antônio de Lisboa. Florianópolis, SC), em 23/11/2024.

Entrevistas no Café Literário Notibras

https://notibras.com

30/09/2024 - Amigo invisível se transforma no ato de escrever. Cecília Baumann entrevista Edna Domenica

https://www.notibras.com/site/amigo-invisivel-se-transforma-no-ato-de-escrever/

21/11/2024 - Divulgação da Roda de Conversa com Edna Domenica Merola, por Cecília Baumann. 


Publicações no Café Literário do Jornal Notibras

18/09/2024 - Se Deus quiser ainda vamos bailar muito, Soledad - MEROLA, E. D. Pronto final, in O Setênio. Palhoça: Tãolivros, 2024, pp 31-32.

23/09/2024 - Tempo corre até a hora de ser feliz sem medo - MEROLA, E. D. Casaco vermelho, in O Setênio. Palhoça: Tãolivros, 2024, pp 33-34.

03/10/2024 - De Absinto Pioneiro, lá de Carlos Gomes, a Lara Pia. MEROLA, E.D. - Trechos do capítulo De Absinto Pioneiro a Lara Pia,  in O Setênio. Palhoça: Tãolivros, 2024, p 100-106.

13/10/2024 - Rei, capitão, soldado, ladrão (e sem coração) - MEROLA, E.D.  Rei, capitão, soldado, ladrão, in O Setênio. Palhoça: Tãolivros, 2024, p 74.

31/10/2024 - Madeixas de Doralina tinham o brilho da alma de uma criança. - Coletivo Antonio Gil Neto, Cassiano Silveira, Edna Domenica, Marlene Xavier Nobre.  Corpo a corpo, in Do Corpo ao Corpus. Palhoça: Rocha, 2024, pp 21-23.

07/11/2024 - De Chicos a Dorothy, crimes não compensam e sempre rendem punição. MEROLA, E.D. As Marias de San Gennaro, Florianópolis: Insular, 2019, pp 27-28.

09/11/2024 - O que São Genaro previu? É bom levar a coisa a sério. MEROLA, E.D. As Marias de San Gennaro, Florianópolis: Insular, 2019, pp31-33.

10/11/2024 - De milagre em milagre a gente vai agradecendo e levando a vida. Texto inédito.

13/11/2014 - Delatar ou não delatar, eis a questão, em meio a tanta corrupção. MEROLA, E.D. Delatar ou não delatar: eis a questão. In O Setênio. Palhoça: Tãolivros, 2024, pp 92-93. 

17/11/2014 - Quando a Professora X, algemada, sugere leitura da Constituição. MEROLA, E.D. - O crush da Professora X Maria. In O Setênio. Palhoça: Tãolivros, 2024, pp 67-73.

20/11/2024 - Do interior para a senzala da cidade... e um bebê do patrão.  - texto inédito do coletivo Brígida Poli, Edna Domenica e Taís Palhares.

26/11/2024 - Em busca de corpos narradores. MEROLA, E.D. - Em busca de corpos narradores. In Do Corpo ao Corpus. Palhoça: Rocha, 2024, pp 65-67.

03/12/2024 - Tresloucado amigo! Afinal, que procuras com elas? - texto inédito de Edna Domenica. 

06/12/2024 - Escola de politicagem continua viva embrulhada em negociata - MEROLA, E. D. Evento Pop, in O Setênio. Palhoça: Tãolivros, 2024, pp 63-64.

07/12/2024 - Daqueles tempos distantes com Baby, eu sei que é assim - texto inédito do coletivo Brígida Poli, Clara Amélia de Oliveira, Edna Domenica e Taís Palhares.

25/12/2024 - Que tal Pai, Mãe, Água, Terra e Fogo e revigorar o ar todo? - Segunda Coletânea de Natal. São Paulo: Projeto Apparere, Natal para 2020, p 58.

30/12/2024 - Da doméstica, da rainha, da mãe e da amiga de Jesus... E da diarista - MEROLA, E.D. História de Maria, in A volta do contador de histórias. Nova Letra: 2011, pp 97-108.


Agradecimentos à equipe do Café literário 

Eduardo Martínez, Cecília Baumann, Daniel Marchi


Agradecimentos aos amigos

Lael Nobre pelo apoio logístico no lançamento de O Setênio na FECESC, em 12/07/2024.

Brígida Poli pela divulgação da Roda de Conversa no Portal Making Of, em 23/11/2024.

Rosilene Souza pelas leituras e trocas, e, em especial, pela ilustração do conto Casaco Vermelho.

sábado, 21 de dezembro de 2024

Verbete com "Z": O setênio (MEROLA, 2024)

  Zapezape - nome fictício dado a um app (de ampla utilização) para celulares .


Obviamente, pratiquei racionalismo para não surtar ao ver pessoas na fila do osso; [...] para resistir ao negacionismo praticado por pessoas da Saúde e pelo pessoal do zapezape. (MEROLA, 2024. Tãolivros p. 21).




ADENDO
Uma personagem septuagenária confessa suas impressões sobre o setênio inaugurado em 2016 e vivenciado como se “tivesse quebrado um espelho” e, em consequência, tivesse “sete anos de azar”. Ao perceber que a história da república brasileira é marcada pela militarização, desencanta-se e se volta para sua ferida narcísica.  Lembranças em torno do uso de casacos vermelhos e da escolha vocacional mesclam-se com percepções sobre as campanhas presidenciais de 2018 e 2022. Por meio de personagens ficcionais comparecem aqueles que abatem os demais e os afrontam com ilicitudes. Pela caricatura, apresenta a naturalização do personalismo nos atos em prol da ditadura. Retrata o apelo às teorias conspiratórias que abusam da boa-fé e da religiosidade, e redes sociais que se empenham em impedir reflexões sobre educação, cultura e sociopolítica. Desenha um contexto político pedagógico apartado de princípios constitucionais. 

quinta-feira, 19 de dezembro de 2024

Verbete de O Setênio: "Verde Amarelentos" (MEROLA, 2024)

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A leitura de O setênio (MEROLA, 2024) convoca a indagar sobre o binômio democracia X fascismo. Necessário informar que a autora construiu um "Rol necessário" cuja apresentação em ordem alfabética, no blog Aquecendo a Escrita, iniciou em 01 de dezembro de 2024.

verde Amarelentos  - simpatizantes do candidato da extrema direita nas eleições de 2018 e de 2022.



Português s para quem. In O setênio (MEROLA, 2024)

É um povo ribeirinho cujos ancestrais morreram de malária, tifo, dengue. Perderam seus bebês para o sarampo, a fome, e a catapora; enquanto Verde Amarelentos tinham crises histéricas por causa da participação dos médicos cubanos no programa Mais Médicos.(MEROLA, 2024, p 56).


ADENDO SOBRE O ROMANCE "O SETÊNIO" 

Uma personagem septuagenária confessa suas impressões sobre o setênio inaugurado em janeiro de 2016 e vivenciado até oito de janeiro de 2023 como se “tivesse quebrado um espelho” e, em consequência, tivesse “sete anos de azar”. Ao perceber que a história da república brasileira é marcada pela militarização, desencanta-se e se volta para sua ferida narcísica. Lembranças em torno do uso de casacos vermelhos e da escolha vocacional mesclam-se com percepções sobre as campanhas presidenciais de 2018 e 2022. Por meio de personagens ficcionais comparecem aqueles que abatem os demais e os afrontam com ilicitudes. Pela caricatura, desenha a naturalização do personalismo nos atos em prol da ditadura. Retrata o apelo às teorias conspiratórias que abusam da boa-fé e da religiosidade, e redes sociais que se empenham em impedir reflexões sobre educação, cultura e sociopolítica. Desenha um contexto político pedagógico apartado de princípios constitucionais.

quarta-feira, 18 de dezembro de 2024

Tudo poderia ser diferente (MEROLA, E. D. e outros Amazon, e-book, 2022)

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A leitura de O setênio (MEROLA, 2024) convoca a indagar sobre o binômio democracia X fascismo. Necessário informar que a autora construiu um "Rol necessário" cuja apresentação em ordem alfabética, no blog Aquecendo a Escrita, iniciou em 01 de dezembro de 2024.

TUDO  PODERIA SER DIFERENTE  – título da coletânea MEROLA, E. D. e outros Amazon, e-book, 2022.

De Absinto Pioneiro a Lara Pia - O setênio (MEROLA, 2024)
De resto, só sei que foi assim que a saga da família Machado de Alencar Carlos Gomes reuniu fatos históricos, musicais, literários, parlamentares... Sem culpa... pela aderência aos duplos malignos: concentração de renda e injustiça social; injustiça social e uso da coisa pública como se fora privada; uso da coisa pública como se fora privada e delação premiada (9); delação premiada e imunidade prisional parlamentar, imunidade prisional parlamentar e concentração de renda... Num círculo vicioso em que...
– Tudo poderia ser diferente. Do corpo ao corpus.  (MEROLA, 2024, p 106).


ADENDO SOBRE O ROMANCE "O SETÊNIO" 

Uma personagem septuagenária confessa suas impressões sobre o setênio inaugurado em janeiro de 2016 e vivenciado até oito de janeiro de 2023 como se “tivesse quebrado um espelho” e, em consequência, tivesse “sete anos de azar”. Ao perceber que a história da república brasileira é marcada pela militarização, desencanta-se e se volta para sua ferida narcísica. Lembranças em torno do uso de casacos vermelhos e da escolha vocacional mesclam-se com percepções sobre as campanhas presidenciais de 2018 e 2022. Por meio de personagens ficcionais comparecem aqueles que abatem os demais e os afrontam com ilicitudes. Pela caricatura, desenha a naturalização do personalismo nos atos em prol da ditadura. Retrata o apelo às teorias conspiratórias que abusam da boa-fé e da religiosidade, e redes sociais que se empenham em impedir reflexões sobre educação, cultura e sociopolítica. Desenha um contexto político pedagógico apartado de princípios constitucionais

terça-feira, 17 de dezembro de 2024

7: o verbete SETÊNIO no livro O Setênio (MEROLA, 2024)

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A leitura de O setênio (MEROLA, 2024) convoca a indagar sobre o binômio democracia X fascismo. Necessário informar que a autora construiu um "Rol necessário" cuja apresentação em ordem alfabética, neste blog, iniciou em 01 de dezembro de 2024.

Setênio - espaço de sete anos consecutivos. Em O Setênio compreende o período de janeiro de 2016 a janeiro de 2023. 

Confissão
Foi em 2016. O golpe contra a primeira mulher reeleita presidenta do país foi, para mim, como se eu tivesse quebrado um espelho. Desde então, tive sete anos de azar. Sei que a crença em sortilégios é um pecado. Desta feita, o primeiro item a ser assinalado no presente rol de confissão é a crença na maldição do setênio. Confissão (MEROLA, 2024, p 20).


ADENDO SOBRE O ROMANCE "O SETÊNIO" 

Uma personagem septuagenária confessa suas impressões sobre o setênio inaugurado em janeiro de 2016 e vivenciado até oito de janeiro de 2023 como se “tivesse quebrado um espelho” e, em consequência, tivesse “sete anos de azar”. Ao perceber que a história da república brasileira é marcada pela militarização, desencanta-se e se volta para sua ferida narcísica. Lembranças em torno do uso de casacos vermelhos e da escolha vocacional mesclam-se com percepções sobre as campanhas presidenciais de 2018 e 2022. Por meio de personagens ficcionais comparecem aqueles que abatem os demais e os afrontam com ilicitudes. Pela caricatura, desenha a naturalização do personalismo nos atos em prol da ditadura. Retrata o apelo às teorias conspiratórias que abusam da boa-fé e da religiosidade, e redes sociais que se empenham em impedir reflexões sobre educação, cultura e sociopolítica. Desenha um contexto político pedagógico apartado de princípios constitucionais

segunda-feira, 16 de dezembro de 2024

Ricardo III: o usurpador do poder que armou "conspirações, falsos perigos"

 A leitura de O setênio (MEROLA, 2024) convoca a indagar sobre o binômio democracia X fascismo. Necessário informar que a autora construiu um "Rol necessário" cuja apresentação em ordem alfabética, neste blog, iniciou em 01 de dezembro de 2024.

Ricardo III  – personagem homônimo à peça teatral escrita por Shakespeare que retrata a ascensão maquiavélica de Ricardo III na disputa do trono da Inglaterra e sua iminente queda.

Ficção ou não?
[...] em 2018, um candidato quase desconhecido [...] embalou de maneira vertiginosa e acabou galgando seu lugar no pódio devido a narrativas controversas. Eis como conto aquela cena – ficcional ou não:
– A facada
(Apresentação musical em Nagô. Findo o canto, na boca de cena, uma tela assinada por Da Vinci paira no ar como se estivesse pendurada na quarta parede dessa apresentação que, em seu final inconcluso, arremeda um psicodrama público.).
Na plateia, certos sorrisos se esvaem ao fitar Mona Lisa que agora tem olheiras fundas, cabelos desalinhados e brancos, dentes amarelados. 
Ricardo III  levanta da cama hospitalar do fundo do palco, e caminha até Mona Lisa. No tocante a como chegou ao poder, confessa:
Determinei tornar-me um malfeitor
Armei conspirações, falsos perigos…
Talquei?
Sai de cena Ricardo III, pois precisou ir para o município paulista de Queiroz. 
Ficção ou não? (MEROLA, 2024, p 57).

ADENDO SOBRE O ROMANCE "O SETÊNIO" 

Uma personagem septuagenária confessa suas impressões sobre o setênio inaugurado em janeiro de 2016 e vivenciado até oito de janeiro de 2023 como se “tivesse quebrado um espelho” e, em consequência, tivesse “sete anos de azar”. Ao perceber que a história da república brasileira é marcada pela militarização, desencanta-se e se volta para sua ferida narcísica. Lembranças em torno do uso de casacos vermelhos e da escolha vocacional mesclam-se com percepções sobre as campanhas presidenciais de 2018 e 2022. Por meio de personagens ficcionais comparecem aqueles que abatem os demais e os afrontam com ilicitudes. Pela caricatura, desenha a naturalização do personalismo nos atos em prol da ditadura. Retrata o apelo às teorias conspiratórias que abusam da boa-fé e da religiosidade, e redes sociais que se empenham em impedir reflexões sobre educação, cultura e sociopolítica. Desenha um contexto político pedagógico apartado de princípios constitucionais

domingo, 15 de dezembro de 2024

Verbete de "O setênio": Paulo Freire

A leitura de O setênio (MEROLA, 2024) convoca a indagar sobre o binômio democracia X fascismo. Necessário informar que a autora construiu um "Rol necessário" cuja apresentação em ordem alfabética, neste blog, iniciou em 01 de dezembro de 2024.
Paulo Freire – Paulo Reglus Neves Freire (1921-1997), pensador, pedagogo, professor e escritor. É patrono da Educação Brasileira. Recebeu o prêmio UNESCO da Educação para a Paz e aproximadamente 40 títulos de Doutor Honoris Causa. Autor de Educação como prática da liberdade (1967), Pedagogia do oprimido (1968), Cartas à Guiné-Bissau (1975), Educação e mudança (1981), Pedagogia da esperança (1992), Política e educação (1993), Pedagogia da autonomia (1997).

Circo de horrores
 
Yo tengo tantos hermanos/Que no los puedo contar/Y una hermana muy hermosa/Que se llama libertad (Atahualpa Yupanqui) 

O pesadelo que começara com um golpe em 2016, dois anos depois redundou num acontecimento inimaginável: o Inominável – para uns – ou Mito – para outros – foi eleito. Em consequência, de 2019 a 30/10/2022, houve espetáculos diários no Circo de Horrores. [...] acabaram com as especialidades científicas: donas de casa se pronunciando como sociólogas ou economistas e inventando explicações sobre comunismo e socialismo sem terem lido uma linha realmente escrita por Marx e Engels. [...] Abalaram o estado de direito, tentaram destruir a escola pública, laica, civil, presencial e de qualidade. Desrespeitaram a memória de Paulo Freire e barraram o trabalho de seus seguidores vivos. (MEROLA, 2024, p 24).

ADENDO SOBRE O ROMANCE "O SETÊNIO" 

Uma personagem septuagenária confessa suas impressões sobre o setênio inaugurado em janeiro de 2016 e vivenciado até oito de janeiro de 2023 como se “tivesse quebrado um espelho” e, em consequência, tivesse “sete anos de azar”. Ao perceber que a história da república brasileira é marcada pela militarização, desencanta-se e se volta para sua ferida narcísica. Lembranças em torno do uso de casacos vermelhos e da escolha vocacional mesclam-se com percepções sobre as campanhas presidenciais de 2018 e 2022. Por meio de personagens ficcionais comparecem aqueles que abatem os demais e os afrontam com ilicitudes. Pela caricatura, desenha a naturalização do personalismo nos atos em prol da ditadura. Retrata o apelo às teorias conspiratórias que abusam da boa-fé e da religiosidade, e redes sociais que se empenham em impedir reflexões sobre educação, cultura e sociopolítica. Desenha um contexto político pedagógico apartado de princípios constitucionais